terça-feira, 12 de julho de 2016

«Agora que eu decidi deixar o islão, os muçulmanos estão a ameaçar matar-me»

Um gajo deixou o islão e começou a receber ameaças de morte por parte dos adeptos da famosa «religião da paz».

video

Onde é que andam os tais «muçulmanos moderados» e a chusma do politicamente correcto para dizerem da sua justiça em relação a isto?

6 comentários:

Anónimo disse...

Hehheheheheheehe

FireHead disse...

Já passaram os três dias que ele tem para reconsiderar a decisão que tomou? Vai na volta está com medo das ameaças, pois quem tem cu tem medo...

Portuguesinha disse...

Quando assim acontece é assustador.
Dizem que fazem o mesmo aos ex-cientologos (ou uma determinação parecida de uma não-religião).

Onde não reside tolerância e aceitação não merece a pena estar.
Ao menos por cá os mais religiosos sabem conviver com outros religiosos sem se armarem em Irlanda do Norte!

FireHead disse...

Não vás tão longe. As testemunhas de Jeová cagam-se literalmente para todos as ex-testemunhas de Jeová. É claro que não chegam ao ponto de querer matá-las, mas desprezam mesmo forte e feio. Até familiares. Conheci de perto situações destas.

Portuguesinha disse...

Nossa, que radicalismo.
"Viva" o cristianismo que por cá é maioritariamente não praticante e penso que, no geral, quem o pratica religiosamente, não hostiliza quem não o faz. Pelo menos os mais "velhinhos" que conheci, praticantes e crentes, nunca sequer impuseram o mesmo aos descendentes. Deram-lhes a opçao.

FireHead disse...

Infelizmente hoje em dia conhece-se mais uma caricatura daquilo que é o Cristianismo do que propriamente o Cristianismo em si. Se as pessoas soubessem realmente do que é que se trata o Cristianismo, algo que está intimamente ligado à nação portuguesa desde a sua génese e que criou a superior civilização ocidental da qual todos nós partilhamos, os seus valores, leis ou bases jurídicas, de certeza que nem se colocaria a questão de optar ou não optar por ser parte do Cristianismo. Agora, o que é certo é que é graças ao abandono da prática da fé cristã e também à negação das suas origens cristãs que o Ocidente está actualmente podre e decadente. Nada acontece por acaso.