quarta-feira, 27 de julho de 2016

O escritor britânico católico Hillaire Belloc sobre o Islão

[Os ocidentais] esqueceram tudo sobre o Islão. Eles nunca entram em contacto com ele. Eles têm como óbvio que ele é decadente e que, de todo modo, ele é só uma religião estrangeira com a qual eles não vão preocupar-se. Ele é, na verdade, o mais temível e persistente inimigo que a nossa civilização já teve e pode, a qualquer momento, tornar-se numa ameaça tão grande no futuro quanto foi no passado... Sempre me pareceu possível e mesmo provável que haveria uma ressurreição do Islão e que os nossos filhos e netos veriam o renascimento daquela tremenda luta entre a cultura cristã e o que é, há mais de mil anos, o seu maior oponente.

Hillaire Belloc in The Great Heresies

10 comentários:

Afonso de Portugal disse...

Antigamente, todos os intelectuais compreendiam a ameaça islâmica.

Já hoje, os "intelectuais" defendem o Islão como se fosse a sua mãe!

FireHead disse...

Os intelectuais, sim, sobretudo o que eram verdadeiramente cristãos. Mas já bem sabemos que existe sempre um certo tipo de carneirada que insiste que o Cristianismo é tão mau como o islão ou mesmo pior, pois consegue simultaneamente a proeza de ser intolerante com a "concorrência" e ao mesmo tempo "dar a outra face"...

Não tenho dúvidas nenhumas que o Ocidente caminha para a ruína precisamente porque a influência cristã está cada vez mais reduzida devido à acção dos traidores apóstatas. Ou seja, da escória interna. E não é por existirem grupos insignificantes de pagãos ou neopagãos que são contra a islamização e o multiculturalismo que vai mudar alguma coisa, pois esses grupelhos são simplesmente umas aves raras.

Dr. No disse...

Viver na Europa hoje será semelhante a viver na década de (19)30, mesmo antes da II Guerra Mundial: as nuvens negras a acumularem-se, a ameaça de tempestade cada vez maior, os problemas e os indícios estavam lá todos, e os governos francês/inglês/EUA a assobiar para o lado; depois, foi o que sabe...

FireHead disse...

Naqueles tempos havia um Winston Churchill, unanimamente considerado como um grande estadista inglês e que era profundamente anti-islâmico, o que nos dias de hoje teria um enormíssimo problema a nível político devido ao politicamente correcto.

Anónimo disse...

E depois há os pseudo-intelectuais, ou melhor, pseudo-formados em história pela universidade de Coimbra, que têm valentes ataques de desiquíbrio mental quando falam do Cristianismo por ser contrário à Nação. Até o facto de Jesus ter sido um Judeu constitui um problema porque, defendem, os Judeus são a explicação de todo o mal deste mundo...

Ivan Baptista disse...

O Winston Churchill era um homem muito à frente na sua época, um grande visionário, talvez um dos maiores que o ocidente teve no séc. xx.

FireHead disse...

Anónimo,

Jesus era judeu mas foi Ele que fundou o Cristianismo. E depois as pessoas que O seguem são os cristãos e os judeus que O rejeitaram e continuam a rejeitá-l'O continuam a ser judeus. E muitos outros há que não sendo judeus não O seguem.

Se um judeu que se torna cristão não deixa de ser judeu (há quem diga que os judeus são uma raça ou etnia, o que também é um bom ponto de vista, mas para mim o Judaísmo é essencialmente uma religião ultrapassada porque senão não existiriam judeus pretos ou judeus amarelos) então como é que é, passou a ser um judeu cristão?

Os anti-judeus são uma escória que, acredito, é completamente incompreendida e também incompreensível. São um mistério da natureza.

FireHead disse...

Ivan Baptista,

Mas nem por isso se livrou da seita maçónica.

Ivan Baptista disse...

E provavelmente ele era maçon :) Mas o que é que isso interessa ? O que interessa saber, é que se o homem vivesse na nossa época, provavelmente já tinha mandado pastar todo o tipo de carneirada que anda pra ai a pastar o "parece bem" da "tolerância" e orgulho colorido, para muito bem longe daqui .
Não acredito que ele fosse muito na onda de, a guerra é só por culpa dos interesses económicos, recursos naturais e blá,blá,blá...
Isso para ele seria Treta, se o Winston Churchill estivesse vivo, ele diria logo diretamente quem é o mal criado.
Não dava a entender, diria logo quem era/m o/s causador/es do problema.

FireHead disse...

O que é que interessa? Bom, se ele era mesmo um maçon então não sei como é que podia ele ser um anti-islâmico, pois o ecumenismo é uma das premissas da Nova Ordem Mundial...