terça-feira, 26 de julho de 2016

O "verdadeiro" Islão


Versão portuguesa do artigo The "True" Islam, escrito por James V. Schall, S. J., e publicado em The Catholic World Report, a 24 de Janeiro de 2016. 
O artigo contém uma discussão interessante sobre o islamismo e as diferenças fundamentais com as bases da civilização ocidental.


"Os escritos de Rémi Brague (vencedor do Prémio Ratzinger de 2012) sobre o Islão oferecem o tipo de análise firme e detalhada sobre o assunto." 


Lumen Gentium, Constituição dogmática sobre a Igreja do Vaticano II, afirma que os maometanos "professam a sua fé como a fé de Abraão, e como os cristãos adoram o Deus único e misericordioso, que vai julgar os homens no último dia". À primeira vista, essa afirmação parece amigável e leva a crer que a "fé" dos muçulmanos é semelhante à cristã, ou seja, que ambas as religiões estão "de acordo" sobre um juízo final e um Deus misericordioso, que é um único. Esta forma de colocar a questão argumenta uma origem comum ao Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, todas oriundas de Abraão e tendo cada uma das quais "aparecido" na história em diferentes momentos - Novo Testamento alguns 1200 anos depois de Abraão e o Islão alguns 700 anos depois do tempo de Cristo. 
Mas quando examinamos o que cada tradição (cristã e islâmica) entende por unidade, culto, julgamento e misericórdia, constatamos que elas não querem dizer as mesmas coisas com as mesmas palavras. E o acordo assumido que Deus é um só fornece pouca base para um maior acordo sobre o que flui a partir dele. O Islão confronta a religião e a política com questões de vida e morte e nas suas atitudes diárias mostra que o conceito de Deus, unidade, culto, julgamento e misericórdia, diverge totalmente do conceito cristão, ou não veríamos como resultado deste conceito milhares de cristãos decapitados diante dos nossos olhos da maneira mais brutal. O grande Mosteiro de St. Elias perto de Mosul no Iraque, que data do 600s AD, foi recentemente não apenas destruído, mas pulverizado, não por qualquer motivo militar, mas para apagar qualquer sinal da presença cristã histórica lá. Esta é uma antecipação do que vai acontecer com outras igrejas e edifícios cristãos se esta expansão islâmica continuar. 
Essas mortes e destruições são consideradas um julgamento, por isso é reivindicado, numa sociedade que se recusa a aceitar a vontade de Alá como a norma de como viver. Também ouvimos de mulheres molestadas mesmo em frente de catedrais europeias como se tais actos fossem "direitos". De facto, as mulheres são consideradas as "causas", porque não se trajam como a lei muçulmana exige em todos os lugares. As vítimas, assim, seriam as culpadas pelos crimes cometidos contra elas e não os criminosos que cometem os crimes, pois estes seriam os "verdadeiros crentes" ao "serviço de Alá". 
Sabemos também da discriminação flagrante contra os não-muçulmanos em todas as terras muçulmanas. Mas, novamente, este é dito ser um "direito" de cada povo, decidir quem é ou não é um cidadão e quais são as suas leis e portanto, perante o pensamento muçulmano, estas atitudes não seriam actividades brutais ou injustificadas, mas sim corroboradas pela sociedade islâmica. Tais costumes, actos, comportamentos, sempre estiveram presentes, de uma forma ou de outra, desde que o Islão começou no século VII. Há uma consistência filosófica sobre eles. Há muitas maneiras de se chegar a um acordo com essa conduta permanente, no entanto, estão actualmente propostas para torná-lo menos violento. Muitos, inclusive o Papa Francisco (Evangelium Gaudium # 253), sustentam que o "verdadeiro" Islão é "pacífico"; a "violência" é apresentada como uma aberração sem relação com o Islão, e não a norma. 
Quando se trata de compreender as implicações desta filosofia islâmica, ninguém é mais perspicaz do que o filósofo e historiador francês, Rémi Brague, vencedor do Prémio Ratzinger de 2012, professor em Paris e Munique, e autor de livros como "A Lei de Deus", a "Lenda da Idade Média" e o "Deus dos cristãos". Num ensaio na revista francesa, Commentaire (2015), intitulado "Sur le 'vrai' islam", ele dirigiu-se a uma consideração feita pelo Papa Francisco de que o "verdadeiro Islão é uma religião pacífica". Brague observou que nenhum Papa é uma "autoridade" dentro do Islão para definir o que é o Islão. 
Pode-se destacar, porém, que um Papa é uma autoridade dentro do Catolicismo. Nessa qualidade, ele tem a responsabilidade de identificar o que não é o Catolicismo. Esta autoridade deverá incluir pronunciar-se sobre a compreensão do Cristianismo encontrada no texto do Corão, assim como da Trindade e da Encarnação de Cristo são negadas no Corão. 
Os islamistas e escolares afirmam que as escrituras judaico-cristãs são uma farsa, uma falsa interpretação de um Corão "original" que existiu apenas na mente de Deus antes do Corão ter sido escrito; portanto, o Corão seria o livro mais antigo. 
Os Papas raramente exercem esta responsabilidade que lhes cabe como autoridades católicas, a responsabilidade de defender a Trindade e a Encarnação de Jesus como verdadeira . O Papa Bento XVI, na "Aula de Ratisbona", abordou sobre a questão da violência recorrente proveniente de fontes islâmicas e fez pressão contra isso, mas o Papa Francisco em momento algum fez o que lhe cabia como líder religioso católico: defender a Trindade e a Encarnação de Jesus como verdadeira frente aos islamistas e escolares islâmicos. 
Para entender o que está em jogo, Brague propõe certas distinções que vou tentar explicitar de uma forma mais geral. Algumas questões sobre o Islão lidam com a verdade, outras com a lei. No que diz respeito aos factos, todas as seitas e movimentos dentro do Islão sunita, xiíta, sufista, Wahabi, mesmo quando entram em conflito uns com os outros, é devido a intenção de representar o "verdadeiro" Islão. Os chamados "terroristas" reivindicam, utilizando-se de provas do Corão e da história legítima, ser a voz real do Islão. Eles acusam aqueles que não seguem o seu exemplo agressivo de serem "traidores" do Islão. Aqueles muçulmanos que rejeitam a compreensão do Islão segundo a ótica do ISIS, não podem afirmar que a sua visão é a única visão legítima, pois sobre a questão de direito, muitas abordagens são igualmente possíveis. 
Samir Kalid Samir SJ, nas suas "111 Perguntas sobre o Islão", observou que a violência é justificada tanto no texto e na tradição. Negar esta justificação da violência é ir contra e negar muitos pontos bem atestados no Alcorão e na história islâmica. Neste sentido, não se pode simplesmente dizer que o "verdadeiro" Islão não é violento. Tal afirmação não faz justiça à complexidade da questão.  

II

Quem tem autoridade, em seu próprio nome, para afirmar definitivamente que é o Islão? Certamente um Papa por não ser uma autoridade oficial designada para resolver as questões de facto e de princípio sobre o Islão. Por isso, Brague defende que é importante proteger-se contra a ambiguidade do termo "verdadeiro Islão", principalmente quando se é um Papa. Vale a pena examinar o que o termo "verdadeiro Islão", pode significar. Qual é o significado da palavra "Islão"? Como o Islão pode ser considerado como uma "religião", uma "civilização", e uma "população"? 
Como uma religião, o Islão significa abandonar por completo toda a sua vida nas mãos de Alá e submeter-se aos desígnios deste. No Ocidente, o Islão refere-se à religião pregada na Arábia por Maomé, no início no século VII. Mas os próprios muçulmanos consideram a sua religião muito mais velha do que Maomé. Na verdade, é dito que o Islão é uma religião que veio directamente de Deus, passando por nada, nem mesmo pela interpretação de Maomé. 
Neste sentido, o autor do Corão é Deus e portanto o Corão é superior à Bíblia, pois esta última foi escrita por evangelistas que eram homens, ao passo que o Corão foi escrito por um Deus. 
Como uma civilização, o Islão começou num determinado momento e num determinado lugar, assim, os muçulmanos têm o seu próprio calendário que começa em 622, quando Maomé deixou Meca e foi para Medina. Dentro dos limites geográficos sob controlo do Islão temos a área de "paz". Fora isso, tudo está no domínio de "guerra". O ISIS ainda usa esta terminologia paz/guerra; outros tendem a usar termos como "terra de missão". Mas todas aquelas pessoas na arena de "guerra" são consideradas como "inimigos" de Alá. Portanto, elas estão sujeitas à lei e vingança de Alá (Deus). Neste mundo, não há "inocentes". 

III 

A civilização islâmica inclui aqueles que não pertencem à religião muçulmana, mas vivem dentro do seu ambiente e por isso eles devem pagar um preço para serem deixados em paz (sob protecção); eles devem aceitar a cidadania de segunda classe. Muitos daqueles que, no início, eram de facto cristãos foram forçados a converter-se ao Islão e por isso nas terras conquistadas pelo Islão, actualmente, a maioria é de muçulmanos, pois tais povos foram forçados à conversão e hoje a totalidade desses povos já trocou tanto de religião como de civilização. O renascimento moderno do Islão (Primavera Árabe), especialmente o seu nacionalismo (inspirado por tendências políticas ocidentais), também incluiu os cristãos que esperavam que um "estado" moderno fosse dar-lhes status e igualdade independente da lei islâmica. 
No entanto, os poucos cristãos restantes, estão sendo expulsos de terras muçulmanas que fizeram a revolução na Primavera Árabe. O Ocidente faz a distinção entre o Cristianismo (uma religião) e a Cristandade (uma cultura), mas esta distinção não existe no Islão, e se feita é inclusive considerada blasfémia, e é isto que precisa ser entendido pelos ocidentais que não são muçulmanos. 
Neste sentido, não se pode facilmente distinguir entre o "verdadeiro" Islão como uma religião daquele Islão que é uma civilização. Ao examinar a noção de um "verdadeiro" Islão, Brague espera mostrar a dificuldade em usar essa frase de tal forma a ser capaz de dizer que é ou não é, em princípio, "pacífica". Uma coisa é entender o Islão como o entende seus seguidores, outra maneira de ver o Islão é a partir da perspectiva de especialistas académicos não-muçulmanos usando os seus próprios métodos científicos. Tais métodos científicos só podem mostrar o que os métodos permitem. A crença, como tal, não é um objecto directo da investigação científica. 
Tudo está aberto a múltiplas interpretações. É por isso que o Islão parece tão errático. Na verdade, é a partir deste conjunto de práticas contraditórias e crenças no Corão e na história islâmica que os próprios estudiosos islâmicos tiveram que desenvolver uma "teoria" que justificasse estes fenómenos contraditórios e, assim, com isso, pudessem salvar a religião da sua incoerência evidente. Esta é a origem real do "voluntarismo" que subjaz vistas do cosmos, do homem e de Deus. Para o voluntarista, Alá pode exigir o oposto do que ele ordenou antes, ou ele não seria todo-poderoso. E a vontade de Alá está na origem de toda a realidade. 
Com esta afirmação de que Alá é todo poderoso e que a sua "vontade" é soberana, explica-se todo o contraditório que existe no Corão e na religião islâmica, pois, a contradição é a regra e justifica-se pela vontade de Alá, sem mais explicações, ou análises, e ou questionamentos. O "voluntarismo" é a base da teoria das "duas verdades" que permite que a revelação e a razão mantenham pontos de vista contraditórios. O Corão foi pensado e escrito por Deus em pessoa e esta origem não deixa margem para uma interpretação coerente. "Interpretar" isso implicaria que uma autoridade humana fosse capaz de ser Alá, o que seria uma blasfémia. 
O Corão também relativiza o Antigo e o Novo Testamentos como documentos defeituosos que foram roubados ou mal interpretados a partir do texto original do Corão que estava localizado na mente de Deus. Tal comentário de escolares islâmicos e de fiéis muçulmanos é uma inversão, o oposto, do que realmente aconteceu, portanto um revisionismo histórico para justificar e corroborar a supremacia islâmica (sempre feito pelos islamistas). O Corão é em si uma selecção e interpretação de fontes judaicas e cristãs anteriores, mas aí os islamistas desenvolveram essa distorção da realidade e da história para que com essa "teoria desenvolvida" justificassem que o Corão é anterior à Torá e à Bíblia, e nesta época existia na mente de Deus que séculos mais tarde ditou os seus pensamentos para Maomé. Esta visão tornou-se o dispositivo para economizar a incoerência islâmica. 
Com essa "teoria" afirma-se que um Islão puro ou autêntico podia ser encontrado antes das influências judaicas e cristãs e que estas de forma alguma influenciaram a criação do Islão e que o Corão não seria uma selecção do de conquistas militares do Próximo Oriente, assim como uma selecção do Velho e do Novo Testamento. 
O Islão não sustenta que inicialmente apareceu com a primeira pregação de Maomé, em vez disso, o Islão pensa em si como primeiro enraizado na mente de Deus, antes da história e é por isso que afirma ser mais velho do que o Judaísmo ou o Cristianismo. Já "existia" inalterada na mente de Deus antes mesmo da criação deste mundo terreno. Neste ponto de vista, o Judaísmo e o Cristianismo são corrupções do Islão original, e não vice-versa. Assim, se este ponto de vista sobre a origem do Islão na mente de Deus é verdade, todo mundo nasce muçulmano. Se alguém na história não é um muçulmano, é porque ele foi corrompido pelos pais, escolas ou outras religiões. É por isso que o Islão não tem por si mesma quaisquer datas de início oficial da história. 
Ao estudarmos a história da humanidade, porém, temos uma imagem do "real" sobre o Islão e sobre as civilizações e as nações. Ao estudar sobre Maomé, não se sabe quando ele apareceu pela primeira vez. Assim, Robert Spencer escreveu um livro intitulado "Será que Maomé existiu?" (ISI Books, 2012). As muitas biografias de Maomé repetem os mesmos contos. O certo é que os arqueólogos nunca foram autorizados a investigar Medina ou Meca e portanto não se tem provas da existência de Maomé. E é baseado nisto que temos a visão de Brague, de que não podemos facilmente chegar a um "verdadeiro" Islão. 
O Islão tem um verdadeiro talento tanto para empréstimos quanto para se apoderar de feitos que não lhe pertencem. A tensão entre o Islão como uma religião e Islão como uma civilização pode ser grande. O governo e a religião em diferentes Estados muçulmanos normalmente chegam a algum tipo de harmonia e trabalham no sentido de se reforçar mutuamente. A missão de submeter o mundo a Deus e, dentro dessa sujeição, de ter o seu governo e o seu lado religioso em harmonia, é uma esperança prevalente em todo o Islão. 

IV

E quanto a uma reforma em si do Islão para suavizar seu ímpeto violento? Robert Reilly, numa carta recente ao Wall Street Journal (5 de Novembro de 2015) observou que esta "reforma" é o que agora já existe no Islão. Mudança e Reforma eram coisas constantes em ambos o Protestantismo e o Catolicismo, Brague observa. Mas no Islão, as primeiras conquistas militares não eram muito diferentes das conquistas actuais, pois os terroristas islâmicos de hoje recuperaram esses métodos anteriores utilizados nos primórdios do Islão sob o comando de Maomé. As terríveis cenas de conquistas muçulmanas são aceites como factos da história de Maomé e portanto aplica-se à história de vida de cada muçulmano fiel, pois o profeta é o modelo, um bom exemplo a ser seguido. Assim, pode-se invocar os factos e actos do profeta, actualmente, no século XXI, pois o profeta é um escolhido por Deus e fez o que fez a mando de Alá. 
A justificativa de bombistas-suicidas pode ser citada pelo próprio Maomé, que deu conselhos sobre como entrar no céu. Este é o fundamentalismo, os fundamentos do que é realmente o Islão, pois estão presentes desde o início do Islão. 
Podemos considerar o Islão, como uma alternativa, de um movimento puramente espiritual? Obviamente que não! A tradição sufi existe no Islão; é espiritual. Mas a pergunta na mente de Brague é esta: Será que é mais representativo do "verdadeiro" Islão do que as outras visões do mesmo assunto? Estudiosos ocidentais muitas vezes consideram esse "Islão espiritual" como um "Islão legal", e o "Islão fundamentalista" como algo a se menosprezar, mas os próprios muçulmanos não costumam considerar o "Islão místico (espiritual)" como um "bom". Dentro do Islão, há uma tradição de oposição a ele e os seus seguidores são considerados infiéis. Esta tradição mística tem sido limitada a pequenas seitas consideradas uma "aberração moral" dentro da ideologia islâmica. 
E quanto à tolerância? Suponha que os seguidores do Islão, as pessoas, desejem uma multiplicidade de ideias. A estrita observância da lei impediria qualquer expressão de dissidência em público, pois a religião inclui uma legislação pública e a separação da mesquita e Estado não é concebível. E é com este conceito que o Islão entra na Europa, como uma civilização em que essas relações de religião e política já estão incluídos e são indissociáveis. 
O problema surge quando pensamos que estes pontos da lei muçulmana (Lei Sharia) são meramente questões do nosso direito civil. Os muçulmanos consideram a Lei Islâmica ou Lei Sharia a Lei inquebrável de Deus. Assim, um "verdadeiro" muçulmano, diante de um Estado de direito secular ocidental, tem de escolher entre um costume mutável e a Lei de Deus contida no Corão. Ou seja, ele não pode estar em paz em qualquer sociedade que não estabelecer a Lei do Islão como a sua lei civil. Assim, no final, parece claro que o "verdadeiro" Islão é realmente uma religião "pacífica" somente quando ele atingiu o controlo político e religioso da Lei que rege os nossos pensamentos, acções e sistemas políticos." 


Sobre o autor, James V. Schall, S. J. 
James V. Schall, S. J. ensinou filosofia política na Universidade de Georgetown por muitos anos até recentemente se aposentar. Ele é o autor de numerosos livros e inúmeros ensaios sobre filosofia, teologia, educação, moralidade, e outros tópicos. O seu livro mais recente é http://www.ignatius.com/Products/RP-P/reasonable-pleasures.aspx?=cwr (Ignatius Press). Visite o site, Another Sort of Learning, para saber mais sobre os seus escritos e trabalho. 

**agradecimentos a Cláudio M. C. pela sugestão do texto, e a A.L. pela versão em português.


4 comentários:

Adilson disse...

Para mim, não há mais nada o que fazer senão três coisa: 1) apenas rezar pelos muçulmanos; 2) todos dias falar o que é realmente o islã, a começar pelos filhos, a todos o que eu conheço que querem e me dão ouvido e 3) desmascarar e desmoralizar todo esquerdopata que insiste em mentir ou servir de idiota útil!

Adilson disse...

Aliás já começaram a degolar padres nas paroquias, como aconteceu na Normandia. Quando eu soube da notícia fiquei completamente extasiado de ódio. Até o presente momento estou simplesmente boquiaberto. E nada me tira da cabeça que os políticos e esquerdopatas militantes são, ao lados das bestas dos muslins, as pessoas mais monstruosas da face da terra que não merecem nem mesmo um aperto de mão. É isso. Que me odeiem, mas a verdade é essa!

Adilson disse...

Mais uma observação. Sobre o assassinato do padre Jacques Hamel pelo muçulmano disfarçado de terrorista, será que os franceses vão usar o slogan "somos todos Jacques Hamel"???

FireHead disse...

Com o islão não pode haver diálogo, meu caro. Não confundir, no entanto, o islão com muçulmanos. Os muçulmanos sempre podem deixar de ser muçulmanos, mas o islão não pode jamais deixar de ser o islão. O islão, como qualquer prática pagã, tem mais é de ser eliminado, a bem da humanidade.

Eu até agora sinto uma enorme repulsa pelo que aconteceu na Normandia. E nem é pela vítima ser um padre, mas sim um ancião! Os terroristas não respeitam minimamente a vida humana. Para eles matar é algo tão natural como morrer. Por isso que reforço a ideia de que não pode haver diálogo com o islão. Os verdadeiros muçulmanos, como estes terroristas, têm mesmo que ser eliminados. E os muçulmanos "moderados" precisam de se converter, é preciso que eles enxerguem a realidade sobre a seita na qual acreditam.

"Somos todos Jacques Hamel"? É claro que não! Há gente que deve ter ficado muito contente com o que aconteceu porque uma igreja católica foi atacada e um padre foi decapitado! A não ser que os ocidentais traidores e apóstatas tenham abraçado agora a capa da hipocrisia, o que também não é de admirar.